Penso que esses quatro autores desenham um arco muito interessante:

Arendt: 
caminhamos porque cada ação pode inaugurar algo novo.

Bloch: 
caminhamos porque o mundo ainda não está concluído e contém possibilidades latentes.

Fisher: 
caminhamos mesmo quando nossa capacidade de imaginar 
um futuro diferente foi profundamente reduzida.

Berlant: 
caminhamos porque somos afetivamente presos a promessas que podem
nunca se cumprir — ou até nos prejudicar.

- AR (com a ajuda do ChatGPT)