Segundo Lacan, o amor cavalheiresco é "anamorfótico". Seu objeto é uma anamorfose também na perspectiva temporal, pois o objeto "só pode ser alcançado por meio de um adiamento infinito". Lacan também o chama de a "coisa" (das Ding) da qual não é possível fazer qualquer imagem em virtude de sua impenetrabilidade e ocultamento. Foge a qualquer representação; "o que está ali é a coisa, esse é seu mistério".
- Byung-Chul Han em Sociedade da transparência