While Tate teaches Kya how to read:

   Slowly, she unraveled each word of the sentence: "'There are some who can live without wild things, and some who cannot.'"
   "Oh," she said. "Oh."
   "You can read, Kya. There will never be a time again when you can't read."
   "It ain't just that." She spoke almost in a whisper. "I didn't know a sentence could be so full."
   He smiled. "That's a very good sentence. Not all words hold that much."

- Delia Owens in Where The Crawdads Sing
Há certos rios que é preciso rever
- Hilda Hilst
Veio um silêncio feito de altas ramas
- Hilda Hilst
Que o instante
Não se afaste de mim

- Hilda Hilst
Elaborei em vão todos os meus sonhos.
- Hilda Hilst
No mundo antigo, a predileção era por histórias de heróis e por mitos; no começo da Idade Média, por histórias de heróis e de santos; se o motivo de amor acaso participava nelas, não tinha nem a mais leve sombra da magia do romance, pois até os poetas que levavam o amor a sério compartilhavam da opinião de Ovídio de que o amor era uma doença que roubava aos homens o uso da inteligência e lhes minava a força de vontade, tornando-os seres infelizes e deploráveis.

- Arnaold Hauser em História social da arte e da literatura
Il y a trois façons de vivre.
Dans le réel. Dans l'imaginaire. Et dans l'autre.

- Alexis Dauda

dans Il était une second fois
Amor, o que renasce.
Voltando sempre. Docilmente sábio
Porque na suavidade nos convence
A perdoar e esperar. Em vida. In pace.

- Hilda Hilst
But being completely alone was a feeling so vast it echoed
- Kya in Delia Owens's Where the crawdads sing
Cansa-me o amor porque é centelha
E exige posse e pranto, sal e adeus

- Hilda Hilst
sendo quem sou, em nada me pareço
- hilda hilst
Senhora dos silêncios
Serena e aflita
Lacerada e indivisa
Rosa da memória

- T. S. Eliot
o inimaginável
é imaginável

- wisława szymborska
The clock ticks, the minutes past. I wait. I wait.
-  Aunt Lydia in Margaret Atwood's The Testaments
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite.
Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça,
meu medo da morte.

- João Cabral de Melo Neto